sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Memórias
Finalmente Pastos Bons emerge de uma existência parcialmente esquecida graças a alguns filhos da terra, que, descontentes com seu passado de lutas e conquistas soterrado na memória dos mais velhos e desconhecido da população mais jovem, abrem veredas para que fatos, pessoas e lugares sejam rememorados. .
A “Pequena Memória De Pastos Bons”, Memorial idealizado e mantido por Cristovam Devalmar Teixeira, na antiga residência de seus pais é o exemplo pioneiro de um trabalho voltado para o patrimônio histórico local. A iniciativa se complementa seguido do jornal “Pastos Bons” e da ACADEMIA DE LETRAS, HISTÒRIA E ECOLÒGIA DA REGIÂO INTEGRADA DE PASTOS BONS, de iniciativa do professor e doutor Celso Barros Coelho e uma equipe, empenhados na pesquisa, recuperação e conservação histórico, cultural e ecológico desta privilegiada região do sertão maranhense.
sábado, 7 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A Casa Onde Nasci

Esta é a casa de meus pais que antes fora de meu avô materno onde tive o privilégio de nascer e passar minha infância e adolescência.
A CASA ONDE NASCI
Para mim és a mais bela
A mais formosa princesa
Cravada neste rincão
Do meu amado sertão
Saudades dos ancestrais
Que embalaram meus sonhos
Cantando e contando histórias
Passadas nos teus quintais
Saudades das brincadeiras
Do tempo de infância
Sonhando com um futuro
Repleto de esperanças
Quando me abrigo em teus cômodos
Vejo a criança que fui
Ao meu lado a caminhar
Agarrada a minha mão sorridente a brincar.
(De minha própria autoria.)
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Poesia "Homem Comum"
Ferreira Gullar, poeta maranhense, nos agitados anos 60, cita a cidade de Pastos Bons no poema "Homem Comum".feito a chama de um maçarico e pode subitamente
brasileiro, maior, casado, reservista,
e aí estão o Chase Bank,
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Recordações
À minha mãe †
Pastos Bons! Oh! Pastos Bons
Cidade do meu coração
Quando vejo duas serras
Choro de tanta emoção.
Meus pensamentos são tantos
Que mal posso citá-los
Morros, montanhas, plantas, riachos
Só de pensar, gostaria de tocá-los.
Guabiraba, Maria preta, araçá
Todas elas, eu colhi
Junto com amigas
Que na memória guardei
E jamais as esqueci.
Teu Olho D’água musical
Descendo rasgando rochas
Onde mulheres, homens e crianças
Banhavam nus os seus corpos.
A água cristalina borbulhava
Da terra fina e branca
Aonde toda criança vinha
Alimentar sua esperança.
As lavadeiras tagarelas
Com suas barrigas expostas
Animavam o Olho D’água
Que ficava numa encosta.
Nas noites de lua cheia
Minha mãe com a família
Ia ao Olho D’água banhar
E a criançada com receio
Do muçum que havia lá.
A diversão da cidade
era o banho as cinco da tarde
Onde os namorados proibidos
Encontravam-se à vontade.
A igreja com suas paredes seculares
Gigantes a proteger
Era lá a brincadeira
Pra criançada se esconder.
No mês de julho o festejo
De São Bento o Padroeiro
A cidade orgulhosa recebia
Seus mais ilustres festeiros.
A cidade ficava triste
Quando o sino repicava
Anunciando a morte
De um filho que a deixava.
A saudade ainda é maior
Quando lembro o Natal
Preparado por minha mãe
O presépio principal.
Poesia escrita por mim (Naíra), em homanagem à minha mãe Carmem Dolores Oliveira Rêgo
